CRIMINOLOGIA DE GARAGEM # 1 (O QUE É CRIMINOLOGIA?, COM MUTANTES)

Está no ar o Criminologia de Garagem # 1, comigo, Felipe Oliveira e Salo de Carvalho. A temática é “O que é Criminologia?” e a banda que serve de apoio na discussão são os geniais Mutantes.

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6 respostas em “CRIMINOLOGIA DE GARAGEM # 1 (O QUE É CRIMINOLOGIA?, COM MUTANTES)

  1. Moysés, eu já tinha postado esse comentário no blog do Salo, mas queria compartilhar contigo e com o Felipe também, então tô reproduzindo nos blogs de vocês:
    “Bah, achei ótimo! Muito mais dinâmico e os links entre banda e a discussão foram bem trabalhados. Acabei de assistir o vídeo e fiquei pensando algumas coisas. Num determinado momento, o Felipe fala que a criminologia é fragmentária. Pensando nessa fragmentariedade, ela não seria uma fragmentariedade dos discursos que se entrelaçam numa ideia de criminologia? A fragmentariedade desses discursos não estaria naquilo que eles dizem (e deixam de dizer) a respeito dos acontecimentos que em alguns casos são chamados de crimes? Assim, os diversos discursos criminologicos, ao falarem sobre um algo, não estariam ao mesmo tempo produzindo esse algo a respeito do que falam? A fragmentariedade da criminologia não seria assim a fragmentariedade das formas como cada um desses discursos constroem seus objetos? O que está (pressu)posto no discurso criminológico não seria a produção de sentidos a respeito desse objeto produzido? Assim, é possível uma criminologia que não produza um discurso sobre o crime (e, logo, o próprio crime)?”

    OFF-TOPIC: Adorei o debate hoje (sobre o abolicionismo) e estou fazendo muitos links com o desenvolvimento do movimento institucionalista na França, principalmente a partir da participação do Guattari e nos acontecimentos pré, durante e pós o “Maio de 68”. Acho que podem servir de ponto de partida pra pensar “o abolicionismo hoje” e aquela questão trazida no final do debate pelo Divan.

    Forte abraço!

  2. Nao que para CONFIRMAR a VITORIA isso seja imprescindivel, mas o REVERBERAR que o ‘programa’ anda tendo nas redes sociais espanta e apenas coroa essa grande iniciativa. Parabens pela 15a – e certamente NAO ULTIMA – vez

  3. Guilherme, essa é exatamente minha visão da Criminologia: um ponto de encontro entre fragmentos discursivos que pensam os fenômenos do crime, da transgressão, da violência etc.

    Sobre o abolicionismo, me parece propícia a relação com Guattari, sempre.

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